Aldeia Naô Xohã Arakuã

Território de ancestralidade, cultura, resistência e conexão com a natureza. Conheça os projetos que fortalecem a comunidade indígena e preservam os saberes dos povos originários.

Conhecer a Aldeia

Nossa História

Cultura, identidade e pertencimento

Aldeia Naô Xohã Arakuã

A comunidade indígena da Aldeia Naô Xohã Arakuã é formada por um grupo de famílias das etnias Pataxó e Pataxó Hã-hã-hãe, unidas pela preservação de suas tradições, cultura e ancestralidade.

A Aldeia Naô Xohã Arakuã é um espaço dedicado à cultura, espiritualidade e conexão com a natureza, promovendo experiências culturais, espirituais e comunitárias em um ambiente acolhedor e integrado ao meio ambiente.

Mais do que um território, a aldeia representa um local de fortalecimento da identidade indígena, educação cultural, proteção ambiental e construção de um futuro sustentável para as próximas gerações.

Projetos da Comunidade

Iniciativas que fortalecem a aldeia

Casas Realocação

Projeto voltado à construção e melhoria das moradias da comunidade.

Projeto Agro Negócio

Produção sustentável, geração de renda e fortalecimento da agricultura indígena.

Casa de Oração

Espaço dedicado à espiritualidade, tradições e celebrações culturais.

Projeto Guardiões

Proteção territorial, preservação ambiental e fortalecimento comunitário.

Projeto Secretária

Gestão administrativa, organização documental e apoio institucional.

Notícias da Aldeia

Acompanhe as novidades da comunidade

Nova Caminhonete para Patrulhamento

A Aldeia Indígena Naô XOHÃ agora conta com uma caminhonete destinada ao patrulhamento, garantindo mais segurança, agilidade e cuidado com seu território e sua comunidade.


Um passo importante na valorização, autonomia e preservação dos povos originários.

Entrega oficial dos uniformes da Guarda Indígena

Cerimônia na Aldeia Naô Xohã Arakuã marca a consolidação do projeto Escudo Guerreiros Naô Xohã Arakuã.


A iniciativa reforça o compromisso da comunidade com a proteção da Fazenda Ricco, território de 380 hectares cuja preservação demanda vigilância constante, gestão de riscos e presença efetiva. Mais do que um espaço físico, a terra representa a base espiritual, cultural e histórica dos povos originários, tornando sua defesa uma responsabilidade coletiva e ancestral. Os novos uniformes simbolizam a identidade, a disciplina e a organização da Guarda Indígena, que foi estruturada com critérios técnicos, operacionais e hierárquicos para atuar tanto na vigilância territorial quanto em ações de apoio comunitário. A padronização visual fortalece o sentimento de pertencimento e reconhece publicamente o papel dos guardiões do território.